Início Entretenimento CASO RAYANE: ASSASSINO FAZ REVELAÇÃO ASSUSTADORA E GERA REVIRAVOLTA

CASO RAYANE: ASSASSINO FAZ REVELAÇÃO ASSUSTADORA E GERA REVIRAVOLTA

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O segurança Michel Flor da Silva, revelou em detalhes como foi a morte de Rayane 

Michel Flor da Silva, até então tratado como suspeito do estupro e morte da jovem Rayane Paulino Alves, de 16 anos, depois de ter oferecido carona para ela, no dia 20 de outubro, acabou confessando que asfixiou a menina com o cadarço da bota que ela usava.

A polícia de Guararema não tem mais dúvidas da autoria do crime e deu como solucionado o caso da morte de Rayane.

O segurança Michel, que trabalhava na Rodoviária de Guararema,é casado e pai de dois filhos.

Ele levou a jovem do local, com a desculpa de lhe dar uma carona e a matou no caminho.

Segundo ele os dois mantiveram relação sexual consensual no caminho, mas Rayane teria “surtado”, depois do ato, ele então lhe aplicou um golpe “mata-leão”,  e ela desmaiou, então ele a arrastou até um mato e asfixiou a jovem.

O fato de Rayane sair da festa e ir parar na cidade de Guararema intrigava a polícia. “Ela saiu da festa para voltar para casa e resolveu voltar a pé. Mas, ela foi sentido Guararema e andou um bom trecho. Um motorista de aplicativo parou e conversou com ela. Ele disse que não poderia levá-la até Mogi porque ia para Guararema, mas poderia levá-la até lá. Ela aceitou e ele a deixou na rodoviária, orientando que ela pegasse o ônibus e voltasse para Mogi. Ela ficou vagando sozinha na rodoviária e o Michel se aproximou já para tentar algo com ela”, detalhou o delegado seccional

O delegado não acredita na versão de sexo consensual e diz que possivelmente tenha sido estupro

Para o seccional, desde o início a intenção do segurança era manter relações sexuais com a garota. “Ele viu a moça bonita, despertou a atenção dele. Ela sentou, ele se aproxima. Ele tenta saber se ela precisa de ajuda, oferece a jaqueta, ela recusou. Ele oferece água e ela recusa. Ele vai conversando e no final oferece carona até Mogi. Ela aceita a carona e entra no carro dele. No interrogatório, ele diz que em dado momento no sentido Mogi, ela disse que queria curtir e aí eles foram para Jacareí. Mas é inverídico e não corrobora com as provas colhidas. A intenção dele ao sair da rodoviária com a Rayane era manter relações sexuais com ela. Consentidas ou não. Como não houve consentimento, as coisas tomaram o rumo que tomaram até ela ser morta.

CASO RAYANE: ASSASSINO FAZ REVELAÇÃO ASSUSTADORA E GERA REVIRAVOLTA

O segurança Michel Flor da Silva, revelou em detalhes como foi a morte de Rayane 

Michel Flor da Silva, até então tratado como suspeito do estupro e morte da jovem Rayane Paulino Alves, de 16 anos, depois de ter oferecido carona para ela, no dia 20 de outubro, acabou confessando que asfixiou a menina com o cadarço da bota que ela usava.

A polícia de Guararema não tem mais dúvidas da autoria do crime e deu como solucionado o caso da morte de Rayane.

O segurança Michel, que trabalhava na Rodoviária de Guararema,é casado e pai de dois filhos.

Ele levou a jovem do local, com a desculpa de lhe dar uma carona e a matou no caminho.

Segundo ele os dois mantiveram relação sexual consensual no caminho, mas Rayane teria “surtado”, depois do ato, ele então lhe aplicou um golpe “mata-leão”,  e ela desmaiou, então ele a arrastou até um mato e asfixiou a jovem.

O fato de Rayane sair da festa e ir parar na cidade de Guararema intrigava a polícia. “Ela saiu da festa para voltar para casa e resolveu voltar a pé. Mas, ela foi sentido Guararema e andou um bom trecho. Um motorista de aplicativo parou e conversou com ela. Ele disse que não poderia levá-la até Mogi porque ia para Guararema, mas poderia levá-la até lá. Ela aceitou e ele a deixou na rodoviária, orientando que ela pegasse o ônibus e voltasse para Mogi. Ela ficou vagando sozinha na rodoviária e o Michel se aproximou já para tentar algo com ela”, detalhou o delegado seccional.

O delegado não acredita na versão de sexo consensual e diz que possivelmente tenha sido estupro

Para o seccional, desde o início a intenção do segurança era manter relações sexuais com a garota. “Ele viu a moça bonita, despertou a atenção dele. Ela sentou, ele se aproxima. Ele tenta saber se ela precisa de ajuda, oferece a jaqueta, ela recusou. Ele oferece água e ela recusa. Ele vai conversando e no final oferece carona até Mogi. Ela aceita a carona e entra no carro dele. No interrogatório, ele diz que em dado momento no sentido Mogi, ela disse que queria curtir e aí eles foram para Jacareí. Mas é inverídico e não corrobora com as provas colhidas. A intenção dele ao sair da rodoviária com a Rayane era manter relações sexuais com ela. Consentidas ou não. Como não houve consentimento, as coisas tomaram o rumo que tomaram até ela ser morta.”

“Segundo a versão dele, que talvez seja isolada, ele disse que Rayane se arrependeu e teria dito o seguinte: ‘olha o que você fez comigo, você me estuprou! Meu pai é polícia, ele vai te matar’. É uma versão dada pelo Michel, que é isolada. E, neste momento, Rayane teria dado um chute nele. E ele, seguidamente, aplicou um golpe mata-leão no pescoço de Rayane porque ele é lutador de artes marciais, capoeira, há mais de 12 anos, e ela desfaleceu”, explica Ângelo.

 

“Ele tem curso de primeiros socorros. Ele aferiu o pulso de Rayane, bem como a veia jugular do pescoço. Ela ainda estava viva. Ele vendo isso e temendo que fosse descoberto o estupro, ele pegou a bota de Rayane que estava no assoalho do banco de passageiro dianteiro, do lado de Rayane, pegou o cardarço, colocou em seu pescoço até matá-la.”

Segundo o delegado, depois ele voltou a trabalhar normalmente no terminal.

Tecnologia foi fundamental para desvendar o caso

 “O mundo está monitorado. Nós deixamos rastros por onde passamos por conta das redes sociais e celulares. E há câmeras espalhadas por todo o canto. Também teve a boa vontade e experiência dos policiais. Nesse caso houve uma junção desses dois fatores.”

Uma caneta será usada como prova cabal

Uma caneta de cor verde foi encontrada junto ao corpo de Rayane. Posteriormente uma caneta igual foi encontrada na casa de Michel, quando ele ainda negava o crime.

O delegado então mostrou as duas canetas iguais para ele, e perguntou se ele as reconhecia, ele disse que sim, que havia ganhado de uma pessoa para quem ele prestou serviço.

A Justiça decretou a prisão temporária do segurança, que vai responder por homicídio quadruplamente qualificado, bem como o crime de estupro. “Existem quatro qualificadores: motivo torpe, recurso que dificultou a defesa da vítima, asfixia e ocultar a vantagem de outro crime, que seria o estupro”, detalhou o delegado

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