Polícia indicia por assassinato qualificado pai, mãe e filha Brites

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E não houve tentativa de estupro; segundo delegado responsável pelo caso
Para o delegado que investiga o caso, resta saber ainda alguns detalhes para que tudo seja esclarecido de forma mais detalhada possível, porém já disse que é fantasiosa a versão da família de que houve uma tentativa de estupro.
Para o delegado Amadeu Trevisan, que conduz a investigação sobre o morte do jogador Daniel Corrêa Freitas, de anos, o crime está praticamente solucionado.
“Desde o começo a família Brites mentiu em depoimento, mas o crime em si, já está desvendado. O que resta saber é porque houve tanta violência, já que Edison teve muito tempo para pensar. Também vamos concluir porque houve a participação de outras pessoas”, disse o delegado em entrevista concedida nesta terça-feira ( 06).
Outras pessoas que estavam na casa, foram ouvidas na tarde de hoje, e a polícia ainda não revelou qual seria a participação de cada uma delas na cena do crime, e os depoimentos estão sendo mantidos em sigilo para não atrapalhar o fim das investigações.
Entretanto, especula-se que pelo menos outras três pessoas que participaram das agressões contra Daniel na casa e teriam ido no carro junto com Edison, levando Daniel no porta-malas, até o matagal onde ele foi morto, podem ser indiciadas também.

Segundo exame toxicológico do corpo de Daniel, ele teria ingerido um grande quantidade de bebida alcoólica, mas não consumiu drogas.

Edison Brites (38), Cristiana Brites (35), e a filha Allana Brites (18), serão indiciados de acordo com sua participação na morte do jogador.
As mulheres foram presas porque teriam, junto com Edison tentado coagir as testemunhas a mentirem após o crime.

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