Sete semanas após o parto, mulher encontra algo terrível em sua região íntima

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Foto/Reprodução

Após dar à luz ao pequeno Dominic, Alexandra Loredana só queria ir para casa e curtir o filho da melhor maneira possível, só que as primeiras sete semanas não foram nada disso, na verdade, foram dias após dias de tensão e dores.

Alexandra acabou sendo peça chave de uma investigação do órgão britânico NHS, sobre um descaso clínico. Após a britânica ter achado material cirúrgico já em decomposição, em suas partes íntimas, a denuncia foi feita.

A jovem havia sido liberada há dias para ir para casa pelo Wexham Park Hospital (Reino Unido), mas apresentava pequenas feridas vaginais, e decidiu ir até o hospital, chegando lá explicou que estava com muito desconforto ao ir ao banheiro, pois, ela estava sentindo um mau cheiro inexplicável, além de dor e sangramentos tão fortes, que ela precisava trocar de absorventes pelo menos dez vezes por dia.

Foto/Reprodução

Alexandra teve seus pontos verificados por uma profissional, porém, foi liberada em seguida. Já em casa, a jovem continuava a sentir incômodo e o mau cheiro só aumentava, parecia cheirar a algo podre. Então a mulher decidiu que examinaria, por conta própria, suas partes íntimas.

Em entrevista para a BBC News, Loredana disse: “Eu tirei um grande material em decomposição molhado de sangue de dentro de mim”.

“Tomei um banho e pela primeira vez me senti corajosa o suficiente para lavar com meus dedos dentro da minha vagina, pois, queria limpá-la. Fiquei sem fôlego quando tirei algo como uma gaze podre. Apenas sei que cheirava muito mal e estava embebido em sangue”, relatou.

Detalhe do material retirado de dentro do corpo de Alexandra

Detalhe do material retirado de dentro do corpo de Alexandra
Depois disso, ela foi ao departamento de acidentes e emergências no mesmo hospital de Slough, para conversar com um médico.

Para a BBC, o porta-voz do hospital revelou que uma investigação será aberta, para apurar o que aconteceu com o parto de Alexandra e que todas as medidas cabíveis serão adotadas.

Veja um caso parecido que aconteceu aqui no Brasil:

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